Não consigo comer menos. Gosto muito de comer!

Se você já se deu conta disso e acha que é impossível melhorar sua alimentação, calma!

Comer é bom demais mesmo e é importante que seja assim (gostoso e prazeroso), afinal todos nós precisamos comer para viver. .

Esqueça esse papo de que comida saudável não é gostosa! Existem infinitas possibilidades de preparar e combinar os alimentos que fazem o saudável também ser gostoso.

O segredo é se livrar dos preconceitos que você tem hoje com todos os alimentos e passar a vê-los como neutros. Isso mesmo: NEM SAUDÁVEL NEM VILÃO. Procure receitas (ou pratos em restaurantes) que lhe pareçam apetitosas e que tenham pelo menos um ingrediente que esteja na sua lista dos “saudáveis e não gostosos”.

Ah! E você não precisa riscar da sua vida o que tanto gosta. Da próxima vez que comer, para não exagerar, que tal comer de forma diferente, com mais CURIOSIDADE e SEM JULGAMENTOS (se faz bem ou mal):

  1. Olhe para o que tem no seu prato;
  2. Sinta os aromas;
  3. Corte um pedaço;
  4. Coloque na boca;
  5. Sinta a temperatura, o sabor, a textura, se faz algum barulho enquanto mastiga, se está tão gostoso quanto você imaginou;
  6. Mastigue devagar.
  7. Depois que engolir e a boca estiver vazia novamente, coloque a próxima garfada na boca e repita o processo.
  8. Coma até perceber a sua saciedade, sem estufamento e desconforto.

Aposto que se sobrar comida você poderá levar para comer em outra refeição. E se não puder, paciência, respeite a sua saciedade, você já obteve prazer em comer aquilo e comeu o suficiente. Porque e sentir empanturrada(o) só irá atrapalhar seu bem estar e seu objetivo de corpo e saúde.

Estou a disposição para te ajudar.

Giseli Reis
Nutricionista

Agendamento de consultas – Whatsapp: (11) 98533-3188

email: giseli@anutricaotem.com.br

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Comi “a mais” e isso se repetiu mais do que “deveria”

E dai? Está tudo bem, isso acontece com todo mundo!

E eu quero por meio desse post te ajudar a não cair na armadilha da culpa e da punição.

 

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Tudo muda quando descomplicamos o nosso relacionamento com a comida e nos tratamos com mais amor e gentileza.

O que fazer então?

1) Reflita:

Pense no momento que antecedeu esse episódio de “exagero” (“deslize”, “jacada”, “furo” etc…acho que nem sei todos os nomes), como você estava se sentindo, qual era a sua real necessidade e você pode acabar se dando conta de que a última coisa que queria ou precisava naquele momento era comer. Pode ser que você descubra que estava precisando chorar, gritar, dormir, desabafar, ficar só, respirar fundo, ou falar com alguém ou simplesmente beber água.

E em hipótese alguma (de jeito nenhum, never, nunca, jamás) considere medidas compensatórias, porque essa é a armadilha mais disfarçada de estratégia inteligente que existe, além disso poder facilmente gerar um círculo vicioso de “falhar”, “se culpar” e “se punir”.

2) Siga seu dia:

Isso mesmo: simplesmente siga seu dia, toque o barco.

O momento da próxima refeição virá por você estar com fome:

  • Já passou algum tempo desde a última refeição
  • Sensação de estômago vazio (possivelmente roncando)
  • Energia vai diminuindo
  • Raciocínio vai ficando lento
  • Humor pode ir alterando
  • Essas sensações tendem a aumentar, mesmo que você se distraia, essa fome que é física (e não emocional) não passa

E o que você poderá fazer é lembrar de comer com calma, fazendo boas escolhas de alimentos que te tragam bem estar e energia, comer cada pedaço/ garfada apreciando, olhando, sentindo o cheiro, o sabor, a textura, o barulho e parar quando estiver satisfeito, não por estar se sentindo empanturrado, mas por estar tão conectado com os sinais (sensações) do seu corpo que o momento de parar de comer torna-se nítido.

Isso requer treino, tempo e é absolutamente possível!

Tudo muda quando descomplicamos o nosso relacionamento com a comida e nos tratamos com mais amor e gentileza.

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Emagrecer é outra coisa…

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Emagrecer não é cortar pela metade ou quase a zero toda a comida que você come. Para emagrecer pode até existir data de início para você começar a “dieta” (eu prefiro usar o termo reeducação alimentar), mas se você fizer isso com data de término, sinto muito, a única garantia que posso te dar é que seus resultados também serão temporários.
Então o que é o emagrecimento? É um processo de melhoria continua de seus hábitos de vida! 🎯

Você tem que resgatar seus sinais genuínos de fome e saciedade, entender os motivos que te levam a comer, aprender a lidar com suas emoções sem usar a comida, consequentemente você passará a comer menos (o necessário e suficiente), seu corpo começará a desinflamar e funcionar melhor, porque você estará apreciando com leveza uma alimentação nutritiva e usufruindo da variedade infinita que existe nos alimentos de verdade! Além disso você também passará a melhorar outros pilates da sua vida como a 🔐prática de atividade física, 🔐sono reparador, 🔐 🎯mentalidade positiva🎯!!!

E dessa forma você verá que irá perder peso e GANHAR uma infinidade de coisas boas como:

❤️ Caber na roupa que você quiser

❤️ Olhar no espelho e se sentir maravilhosa

❤️ Terá mais disposição

❤️ Mais saúde

❤️ Mais anos de vida

❤️ Dormirá melhor

❤️ Irá amar fazer atividade física

❤️ Se livrará de vez da dependência de uma balança pra te dizer se você está bem ou não, porque você terá AUTOESTIMA🎯 e muito AMOR POR VOCÊ MESMA! ❤️

➡️Faz sentido para você?⬅️

Estou com Fome?

Se você leu os meus dois últimos posts já deve estar começando a entender que seu olhar sobre o emagrecimento e as dificuldades envolvidas nesse processo precisam mudar de foco: parar de fazer dietas e passar a comer normalmente. E você pode estar pensando que está muito simples para ser verdade, ou que isso é impossível. Por isso eu vou continuar nesse assunto, porque eu também já tive esses pensamentos e só depois de estudar e aplicar em mim mesma e pouco a pouco nos meus pacientes pude acreditar que isso é possível sim!

Temos na Nutrição uma abordagem que está crescendo a cada dia que é a “Nutrição Comportamental”, que é inovadora e tem respaldo científico. Essa Nutrição não exclui nenhuma outra especialidade, mas sim faz todas elas fazerem sentido. Continua sendo importante tratar doenças identificando sinais e sintomas de desequilíbrio de nutrientes, sensibilidades e intolerâncias alimentares, porém o foco não está exclusivamente no alimento e na individualidade bioquímica de quem come, mas também considera o resgate dos instintos, da intuição e do prazer por comer. Afinal nós (seres humanos) comemos desde sempre, e a Nutrição é uma ciência da modernidade. Eu acho isso incrível!

Então para você começar a entender e resgatar seus instintos, intuição e prazer por comer fica aqui um exercício prático:

Sempre que sentir fome use o esquema abaixo para identificar qual é o tipo de fome que você está tendo: física (fisiológica, biológica) ou emocional; e, então começar a fazer escolhas de forma mais consciente.

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Fez sentido para você? Vou ficar muito feliz em saber o que você achou e se essa sequência de posts está te ajudando de alguma forma. Meu e-mail é giseli@anutricaotem.com.br

Compartilhe esse post para que mais pessoas saibam que é possível comer sem sofrer, sem culpa e ainda assim emagrecer!

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A Verdade Nua e Crua das Dietas

Você já percebeu que quanto mais dietas você faz (ou tenta fazer), menos magra você fica? Assustador pensar assim, não é mesmo?

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As estatísticas mostram que 95% das pessoas que fazem dieta recuperam o peso perdido ou até mais, e nessa estatística estão incluídas também as dietas prescritas por nutricionistas.

Para seguir uma dieta você precisa se comportar como se fosse um ratinho de laboratório, você só pode comer em determinados horários, determinados alimentos, em determinadas quantidades, passa a medir, pesar, contar calorias, carboidratos e gorduras, controlar seu peso usando a balança, tudo é controlado, seus instintos fisiológicos são ignorados, afinal você não pode ter fome e não são bem vindas as vontades e desejos pelos alimentos que você gosta, eles tem que ser mantidos bem longe, o que vai se tornando um grande problema, porque tudo que é proibido passa a se tornar supervalorizado, desejado e mais gostoso! Mas quando se trata de dieta, comer não pode ter outra finalidade que não seja para emagrecer, secar, ficar fit, etc.

Você sabia que nasceu com todas as habilidades necessárias para comer quando sentisse fome e parar de comer quando estivesse verdadeiramente saciado? Pois é, nascemos com esses instintos fisiológicos (ou estímulos internos) muito bem organizados, afinal comer é essencial para a nossa sobrevivência.

Porém a medida que crescemos, recebemos diversos estímulos externos, que nos fazem perder ou dar cada vez menos importância aos nossos estímulos internos. Esses estímulos externos começaram a aparecer quando:

  • Você só ganhava uma sobremesa se comesse toda a comida do seu prato
  • Aprendeu a comer porque era hora da refeição (mesmo sem estar com fome)
  • Percebeu que tinha oferta em grande quantidade ou facilitada de alimentos palatáveis ricos em açúcar, gordura e sal (geralmente industrializados)
  • Passou a comer por estar triste, ansiosa ou estressada
  • Vai para restaurantes ou festas e acaba perdendo a noção do quanto já comeu, afinal todos estão comendo e bebendo e você continua para acompanhar

São inúmeros estímulos externos que podem te levar a comer mais do que o necessário e comer alimentos de qualidade ruim e fazer dieta adiciona mais uma série de estímulos externos que falsamente controlam a situação e você pode associar isso aquela brincadeira da corda, o cabo de guerra onde em uma ponta estão os estímulos sabotadores (que engordam) e na outra os estímulos controladores (que emagrecem) e dependendo do momento da sua vida a corda está pendendo para um lado ou para o outro, mas nunca em equilíbrio como você gostaria.

Então como emagrecer sem fazer dieta? Aguarde o próximo post.

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Adoçante engorda!

Sempre digo que o uso de adoçante não deveria ser uma opção.

Eu já usei adoçante, colocava no café, no chá, comprava docinhos e barrinhas de cereais com adoçante na composição e achava que estava tudo bem, afinal eu sempre gostei muito de doces e quando comia adoçante ficava tranquila por aquilo não ter açúcar, ou seja, falsa ilusão de estar comendo menos calorias. Mas a medida que os anos passavam minha voracidade por doces só aumentava e um docinho fake (falso) com adoçante não era mais suficiente, tinha que comer mais e quando comia doces de verdade eu queria que fossem cada vez mais doces!!!

Bom, minha experiência comendo tranqueiras e comendo saudável rende várias histórias. Essa é uma delas e se você quiser saber como eu melhorei meu paladar e hoje não uso mais adoçante de jeito nenhum, leia esse post até o final.

O PROBLEMA:

No caso dos adoçantes, a evidência científica que mais me chama a atenção e me preocupa é a de que eles interferem no mecanismo de regulação de fome e de saciedade. Ou seja, quando você ingere algo com adoçante, o sabor é doce e seu corpo se prepara para absorver carboidrato que é fonte instantânea de energia. Como adoçantes não têm carboidratos, por consequência também não têm calorias e por isso não são fontes de energia, suas células continuarão “necessitadas” e a tendência é você ficar saciado por menos tempo e é muito comum que em algum momento você sinta mais vontade por doces, pães, massas, ou seja, qualquer tranqueira que seja rica em energia, afinal seu corpo foi “enganado”, mas não é bobo, ele quer essa energia que foi “anunciada”, mas não chegou. Daí aquela justificativa de usar adoçante para emagrecer, não cola! Quem é que emagrece enganando o próprio paladar e a saciedade e termina o dia comendo mais do que deveria?

A SOLUÇÃO:

É importante deixar de ter o hábito de “adoçar” o café, o suco, o chá ou qualquer outra bebida ou alimento, como é o caso de quem adiciona açúcar ou mel em frutas e iogurtes por exemplo.

Como fazer isso?

  1. Ter noção da quantidade de adoçante que você usa. Conheço gente que nem sabe quanto usa, porque esguicha adoçante no café. Se você faz isso, conte quantas gotas você precisa, ou passe a usar sachê(s) desse adoçante.
  2. Eu não te recomendo trocar o adoçante por açúcar, pois a intenção é melhorar o paladar, para que você fique menos “dependente” do sabor doce.
  3. Passe a reduzir pouco a pouco a quantidade desse adoçante. Isso pode ser dia, após dia, ou semana a semana (no máximo), por exemplo: hoje você usa 10 gotas em cada xícara de café e amanhã passará a colocar 9 gotas e no dia seguinte 8 gotas e assim por diante até chegar ao ponto de não adoçar nadica de nada ou chegar a uma quantidade mínima necessária (por exemplo: 2 gotinhas de adoçante em 1 xícara de café). Após esse período você perceberá que seu paladar melhorou e que você passou a sentir o sabor real das bebidas e dos alimentos.

Se você gostou desse post e conhece alguém que também precisa saber dessas dicas compartilhe e me ajude a mostrar para cada vez mais gente o quanto emagrecer e manter-se saudável é fácil sim!

Cinco Erros de Quem Quer Emagrecer

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1) Fazer Dieta!

Dieta tem data de início e fim, ao acabar esse período você provavelmente se permitirá e voltará a comer o que comia antes e consequentemente ganhará de volta todos os quilos perdidos. Pratique reeducação alimentar, essa sim é para a vida toda!
2) Estipular uma META IRREAL.

A perda de peso tem que ser visualizada como parte do objetivo. Perder de 500 gramas a 1 kg por semana é uma meta possível, acima disso você poderá estar perdendo não somente gordura, mas também água e massa muscular e consequentemente estará desacelerando seu metabolismo (gasto calórico). Pior ainda se você fizer dieta sem fazer atividade física.

3) Rotular alimentos: “engordativos” e “não-engordativos”. 
Na verdade, qualquer alimento que você come além da sua necessidade, somado a tudo o que você come ou bebe (exceto água) durante o dia, vai contribuir para o seu ganho de peso. Por isso é importante aprender a reconhecer os sinais de fome, sede e saciedade, assim você não terá desejos incontroláveis por certos alimentos, não precisará fazer restrições mirabolantes e terá mais controle perante as “tentações”.

4) Monotonia alimentar.

Comer todos os dias os mesmos alimentos, não ser criativo no preparo ou ao escolher os alimentos.

5) Não fazer atividade física.

Agende sua consulta!

Contato – Fone/ Whatsapp: (11) 98533-3188 – email: giseli@anutricaotem.com.br

Dez Dicas Para Uma Alimentação Equilibrada (Dicas 1 e 2)

Se você não leu o post inicial clique aqui.

Todos os dias, nos alimentamos para fornecer energia para o nosso organismo funcionar. Essa energia é proveniente dos nutrientes (carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas, minerais etc) contidos nos alimentos ingeridos, porém para que tudo isso favoreça o equilíbrio orgânico, tenho duas sugestões para você:

1. Fazer de quatro a seis refeições por dia com intervalos de 2h30 a 3h, sendo três refeições principais (desjejum, almoço e jantar) e mais 3 intermediarias (lanche da manhã, lanche da tarde e ceia)

Ao fracionar as refeições oferecemos nutrientes em quantidade equilibrada ao longo do dia. Com isso evitamos sobrecargas em alguns órgãos, tais como pâncreas e rins. O pâncreas produz insulina, hormônio que permite que a glicose seja absorvida por cada célula e os rins filtram todos os excessos no nosso corpo.
A glicose é o resultado da digestão dos carboidratos e a fonte primária de energia para o funcionamento do organismo. Assim, quando pulamos refeições, deixamos de fornecer uma energia essencial as nossas células. O órgão mais afetado pela falta de glicose é o cérebro, consequentemente a  capacidade de raciocínio e concentração podem ser comprometidas. 
Como o cérebro é o comando central e nessa situação ele pode entrar em crise, é liberado o hormônio cortisol que estimula o processo de transformação das proteínas dos nossos músculos em glicose, e também conserva, por precaução, o nosso estoque de energia em forma de gordura, principalmente na região abdominal.
Aqui vão benefícios de alimentar-se regularmente:
  • Fome controlada sem aquela vontade de atacar tudo o que aparecer na sua frente 
  • Manutenção da massa muscular e redução do indesejado acúmulo de gordura corporal
  • Perda de peso facilitada ou manutenção deste se já estiver adequado
  • Energia e disposição para as tarefas do dia-a-dia 
2. Fazer das refeições um momento agradável

Não basta ingerir os alimentos certos, o seu organismo também deve estar apto para digerí-los: sinta o aroma, mastigue bem, saboreie, coma com calma. Ao sentir o cheiro da comida, seu cérebro já inicia o preparo do sistema digestivo e você começa a salivar. A digestão começa na boca pela ação de enzimas da saliva, que permanece sendo estimulada pelo processo mecânico de trituração do alimento.
A boa mastigação também favorece a eliminação de toxinas e resíduos do organismo, além de ser fundamental para a liberação de neurotransmissores responsáveis pela saciedade. Portanto, não pense no ato de comer como apenas alguns minutos à mesa, pense nisso como um momento de investimento na sua saúde.
Quem come rápido não mastiga, não saliva e compromete o restante do processo digestivo, além de não absorver corretamente os nutrientes da comida. Os sintomas de uma má digestão podem ser distensão abdominal, gases, alergias como rinite, dermatite, labirintite, entre muitos outros.
Referências:

CARREIRO, D; VASCONCELOS, L; AYOUB, ME. Síndrome Fúngica: uma epidemia oculta. 3 ed. São Paulo, SP, 2011.

CERIBELLI, C. Diabete Sob Controle: estratégias e orientações práticas para uma vida saudável. São Paulo: Escala.

NAVES, A. Nutrição Clínica Funcional: modulação hormonal. São Paulo: VP editora, 2010.

“A informação acima não substitui recomendações nutricionais efetuadas por profissional capacitado. Consulte sempre seu nutricionista.”