Emagrecer é outra coisa…

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Emagrecer não é cortar pela metade ou quase a zero toda a comida que você come. Para emagrecer pode até existir data de início para você começar a “dieta” (eu prefiro usar o termo reeducação alimentar), mas se você fizer isso com data de término, sinto muito, a única garantia que posso te dar é que seus resultados também serão temporários.
Então o que é o emagrecimento? É um processo de melhoria continua de seus hábitos de vida! 🎯

Você tem que resgatar seus sinais genuínos de fome e saciedade, entender os motivos que te levam a comer, aprender a lidar com suas emoções sem usar a comida, consequentemente você passará a comer menos (o necessário e suficiente), seu corpo começará a desinflamar e funcionar melhor, porque você estará apreciando com leveza uma alimentação nutritiva e usufruindo da variedade infinita que existe nos alimentos de verdade! Além disso você também passará a melhorar outros pilates da sua vida como a 🔐prática de atividade física, 🔐sono reparador, 🔐 🎯mentalidade positiva🎯!!!

E dessa forma você verá que irá perder peso e GANHAR uma infinidade de coisas boas como:

❤️ Caber na roupa que você quiser

❤️ Olhar no espelho e se sentir maravilhosa

❤️ Terá mais disposição

❤️ Mais saúde

❤️ Mais anos de vida

❤️ Dormirá melhor

❤️ Irá amar fazer atividade física

❤️ Se livrará de vez da dependência de uma balança pra te dizer se você está bem ou não, porque você terá AUTOESTIMA🎯 e muito AMOR POR VOCÊ MESMA! ❤️

➡️Faz sentido para você?⬅️

Estou com Fome?

Se você leu os meus dois últimos posts já deve estar começando a entender que seu olhar sobre o emagrecimento e as dificuldades envolvidas nesse processo precisam mudar de foco: parar de fazer dietas e passar a comer normalmente. E você pode estar pensando que está muito simples para ser verdade, ou que isso é impossível. Por isso eu vou continuar nesse assunto, porque eu também já tive esses pensamentos e só depois de estudar e aplicar em mim mesma e pouco a pouco nos meus pacientes pude acreditar que isso é possível sim!

Temos na Nutrição uma abordagem que está crescendo a cada dia que é a “Nutrição Comportamental”, que é inovadora e tem respaldo científico. Essa Nutrição não exclui nenhuma outra especialidade, mas sim faz todas elas fazerem sentido. Continua sendo importante tratar doenças identificando sinais e sintomas de desequilíbrio de nutrientes, sensibilidades e intolerâncias alimentares, porém o foco não está exclusivamente no alimento e na individualidade bioquímica de quem come, mas também considera o resgate dos instintos, da intuição e do prazer por comer. Afinal nós (seres humanos) comemos desde sempre, e a Nutrição é uma ciência da modernidade. Eu acho isso incrível!

Então para você começar a entender e resgatar seus instintos, intuição e prazer por comer fica aqui um exercício prático:

Sempre que sentir fome use o esquema abaixo para identificar qual é o tipo de fome que você está tendo: física (fisiológica, biológica) ou emocional; e, então começar a fazer escolhas de forma mais consciente.

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Fez sentido para você? Vou ficar muito feliz em saber o que você achou e se essa sequência de posts está te ajudando de alguma forma. Meu e-mail é giseli@anutricaotem.com.br

Compartilhe esse post para que mais pessoas saibam que é possível comer sem sofrer, sem culpa e ainda assim emagrecer!

Agendamento de consultas – Fone: (11) 98533-3188 – email: giseli@anutricaotem.com.br

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A Verdade Nua e Crua das Dietas

Você já percebeu que quanto mais dietas você faz (ou tenta fazer), menos magra você fica? Assustador pensar assim, não é mesmo?

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As estatísticas mostram que 95% das pessoas que fazem dieta recuperam o peso perdido ou até mais, e nessa estatística estão incluídas também as dietas prescritas por nutricionistas.

Para seguir uma dieta você precisa se comportar como se fosse um ratinho de laboratório, você só pode comer em determinados horários, determinados alimentos, em determinadas quantidades, passa a medir, pesar, contar calorias, carboidratos e gorduras, controlar seu peso usando a balança, tudo é controlado, seus instintos fisiológicos são ignorados, afinal você não pode ter fome e não são bem vindas as vontades e desejos pelos alimentos que você gosta, eles tem que ser mantidos bem longe, o que vai se tornando um grande problema, porque tudo que é proibido passa a se tornar supervalorizado, desejado e mais gostoso! Mas quando se trata de dieta, comer não pode ter outra finalidade que não seja para emagrecer, secar, ficar fit, etc.

Você sabia que nasceu com todas as habilidades necessárias para comer quando sentisse fome e parar de comer quando estivesse verdadeiramente saciado? Pois é, nascemos com esses instintos fisiológicos (ou estímulos internos) muito bem organizados, afinal comer é essencial para a nossa sobrevivência.

Porém a medida que crescemos, recebemos diversos estímulos externos, que nos fazem perder ou dar cada vez menos importância aos nossos estímulos internos. Esses estímulos externos começaram a aparecer quando:

  • Você só ganhava uma sobremesa se comesse toda a comida do seu prato
  • Aprendeu a comer porque era hora da refeição (mesmo sem estar com fome)
  • Percebeu que tinha oferta em grande quantidade ou facilitada de alimentos palatáveis ricos em açúcar, gordura e sal (geralmente industrializados)
  • Passou a comer por estar triste, ansiosa ou estressada
  • Vai para restaurantes ou festas e acaba perdendo a noção do quanto já comeu, afinal todos estão comendo e bebendo e você continua para acompanhar

São inúmeros estímulos externos que podem te levar a comer mais do que o necessário e comer alimentos de qualidade ruim e fazer dieta adiciona mais uma série de estímulos externos que falsamente controlam a situação e você pode associar isso aquela brincadeira da corda, o cabo de guerra onde em uma ponta estão os estímulos sabotadores (que engordam) e na outra os estímulos controladores (que emagrecem) e dependendo do momento da sua vida a corda está pendendo para um lado ou para o outro, mas nunca em equilíbrio como você gostaria.

Então como emagrecer sem fazer dieta? Aguarde o próximo post.

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Adoçante engorda!

Sempre digo que o uso de adoçante não deveria ser uma opção.

Eu já usei adoçante, colocava no café, no chá, comprava docinhos e barrinhas de cereais com adoçante na composição e achava que estava tudo bem, afinal eu sempre gostei muito de doces e quando comia adoçante ficava tranquila por aquilo não ter açúcar, ou seja, falsa ilusão de estar comendo menos calorias. Mas a medida que os anos passavam minha voracidade por doces só aumentava e um docinho fake (falso) com adoçante não era mais suficiente, tinha que comer mais e quando comia doces de verdade eu queria que fossem cada vez mais doces!!!

Bom, minha experiência comendo tranqueiras e comendo saudável rende várias histórias. Essa é uma delas e se você quiser saber como eu melhorei meu paladar e hoje não uso mais adoçante de jeito nenhum, leia esse post até o final.

O PROBLEMA:

No caso dos adoçantes, a evidência científica que mais me chama a atenção e me preocupa é a de que eles interferem no mecanismo de regulação de fome e de saciedade. Ou seja, quando você ingere algo com adoçante, o sabor é doce e seu corpo se prepara para absorver carboidrato que é fonte instantânea de energia. Como adoçantes não têm carboidratos, por consequência também não têm calorias e por isso não são fontes de energia, suas células continuarão “necessitadas” e a tendência é você ficar saciado por menos tempo e é muito comum que em algum momento você sinta mais vontade por doces, pães, massas, ou seja, qualquer tranqueira que seja rica em energia, afinal seu corpo foi “enganado”, mas não é bobo, ele quer essa energia que foi “anunciada”, mas não chegou. Daí aquela justificativa de usar adoçante para emagrecer, não cola! Quem é que emagrece enganando o próprio paladar e a saciedade e termina o dia comendo mais do que deveria?

A SOLUÇÃO:

É importante deixar de ter o hábito de “adoçar” o café, o suco, o chá ou qualquer outra bebida ou alimento, como é o caso de quem adiciona açúcar ou mel em frutas e iogurtes por exemplo.

Como fazer isso?

  1. Ter noção da quantidade de adoçante que você usa. Conheço gente que nem sabe quanto usa, porque esguicha adoçante no café. Se você faz isso, conte quantas gotas você precisa, ou passe a usar sachê(s) desse adoçante.
  2. Eu não te recomendo trocar o adoçante por açúcar, pois a intenção é melhorar o paladar, para que você fique menos “dependente” do sabor doce.
  3. Passe a reduzir pouco a pouco a quantidade desse adoçante. Isso pode ser dia, após dia, ou semana a semana (no máximo), por exemplo: hoje você usa 10 gotas em cada xícara de café e amanhã passará a colocar 9 gotas e no dia seguinte 8 gotas e assim por diante até chegar ao ponto de não adoçar nadica de nada ou chegar a uma quantidade mínima necessária (por exemplo: 2 gotinhas de adoçante em 1 xícara de café). Após esse período você perceberá que seu paladar melhorou e que você passou a sentir o sabor real das bebidas e dos alimentos.

Se você gostou desse post e conhece alguém que também precisa saber dessas dicas compartilhe e me ajude a mostrar para cada vez mais gente o quanto emagrecer e manter-se saudável é fácil sim!

Cinco Erros de Quem Quer Emagrecer

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1) Fazer Dieta!

Dieta tem data de início e fim, ao acabar esse período você provavelmente se permitirá e voltará a comer o que comia antes e consequentemente ganhará de volta todos os quilos perdidos. Pratique reeducação alimentar, essa sim é para a vida toda!
2) Estipular uma META IRREAL.

A perda de peso tem que ser visualizada como parte do objetivo. Perder de 500 gramas a 1 kg por semana é uma meta possível, acima disso você poderá estar perdendo não somente gordura, mas também água e massa muscular e consequentemente estará desacelerando seu metabolismo (gasto calórico). Pior ainda se você fizer dieta sem fazer atividade física.

3) Rotular alimentos: “engordativos” e “não-engordativos”. 
Na verdade, qualquer alimento que você come além da sua necessidade, somado a tudo o que você come ou bebe (exceto água) durante o dia, vai contribuir para o seu ganho de peso. Por isso é importante aprender a reconhecer os sinais de fome, sede e saciedade, assim você não terá desejos incontroláveis por certos alimentos, não precisará fazer restrições mirabolantes e terá mais controle perante as “tentações”.

4) Monotonia alimentar.

Comer todos os dias os mesmos alimentos, não ser criativo no preparo ou ao escolher os alimentos.

5) Não fazer atividade física.

Agende sua consulta!

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Dicas para uma Sopa Saudável

Uma sopinha nesse friozinho é tudo de bom!

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Minhas dicas para deixar sua sopa saudável são:

  1. Preferir as que são a base de legumes como abóbora, mandioquinha, cenoura, inhame. Deixe de lado o creme de leite;
  2. Não usar caldo de legumes industrializado ou qualquer outro caldo, afinal não há tempero melhor do que alho, cebola, ervas como orégano, alecrim (podem ser secos) e especiarias como pimenta do reino, cúrcuma, curry. Eu gosto muito do gengibre na sopa e se não tenho ele fresco, sempre tenho ele em pó;
  3. Acrescentar o sal depois que finalizar o preparo, assim você corre menos risco de errar. Prefira um sal integral ou ouse mais e experimente o sal rosa do Himalaia;
  4. Substituir o queijo ralado por gergelim torrado, amêndoas laminadas, salsinha, cebolinha picados…
  5. E por fim, já que sua sopinha vai ficar super saudável, pode acrescentar um fio de azeite de oliva que é uma gordura do bem e ainda contribuirá para maior saciedade.
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Filé de Peixe Super Prático

Receitinha prática para provar que fazer peixe é mais fácil do que você imagina!
  1. Tempere dois files de St. Peter ou Salmão com cúrcuma (açafrão da terra), salsa (fresca ou desidratada) e pimenta do reino.
  2. Cubra o fundo da frigideira antiaderente com uma cebola grande fatiada e um pimentão ou tomate grande em tiras. Sempre que possível prefira os orgânicos.
  3. Sobre a cama de vegetais coloque os dois files e pode colocar algumas alcaparras se gostar. Cubra tudo com água quente e tampe. O tempo de cozimento é de 10 minutos. Destampe e deixe a água secar.
  4. Prontinho! Cubra cada filé com um fio de azeite. Sirva com arroz integral e uma saladinha verde.
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Bolo de Banana com Frutas Secas

Adorei esse bolo! SEM farinha, SEM açúcar, SEM leite…COM muito SABOR!!!

Separe os ingredientes:

  • 4 bananas prata
  • 3 ovos caipiras 
  • 1 punhado de uvas passas (já experimentei com blueberries secas, fica muito bom também) 
  • 1/2 xícara de damascos secos picados 
  • 1/2 xícara de tâmaras secas picadas (ou ameixas secas) 
  • 1/2 xícara de nozes picadas (outras opções são as castanhas, amêndoas, avelãs)
  • 2 xícaras de aveia em flocos (quem tem restrição ao glúten deve optar por quinoa ou amaranto em flocos)
  • Canela em pó a gosto 
  • 1/2 colher (sopa) de fermento em pó

Prepare da seguinte forma:

Bata no liquidificador as bananas com os ovos (bata bastante para não deixar gosto nem cheiro de ovo). Em outro recipiente, acrescente essa mistura de banana aos demais ingredientes secos. Unte uma forma de bolo inglês com um pouco de manteiga e polvilhe com um pouco de aveia em flocos. Coloque a massa na forma untada. Leve ao forno em temperatura média. É super rápido! 20 a 25 minutos e está pronto 
Dica: corte pedaços de 3 cm e leve com você como opção de lanche da tarde, ou coma de café da manhã como substituto do pão e para substituir as barrinhas de cereais industrializadas….

O que eu gosto muito nele é a versatilidade da receita, porque modifico a cada vez que faço e sempre fica bom.
Uma outra vez eu fiz assim:

  • 6 bananas nanicas maduras
  • 3 ovos caipiras
  • 3 xícaras de aveia em flocos
  • 1/2 xícara de coco ralado
  • 1 xícara de uvas passas
  • Canela a gosto
  • 1 colher (sopa) rasa de fermento em pó 

No liquidificador bata as bananas com os ovos. Em seguida, em uma tigela, misture manualmente o creme de banana com os demais ingredientes secos. Unte uma forma com manteiga ou óleo de coco e aveia. Leve para o forno em temperatura média por cerca de 30 minutos.
Decorei com aveia, coco ralado e algumas nozes pecans inteiras.

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Dez Dicas Para Uma Alimentação Equilibrada (Dica 6)

Se você não leu o post inicial clique aqui.

6. Evitar alimentos industrializados

Ao longo do século passado o mundo sofreu intensa modernização, e isso refletiu-se na produção e no consumo de alimentos. Basta ir no supermercado e ver quantas gôndolas de alimentos industrializados estão à disposição: biscoitos, barras de cereais, cereais matinais, molhos e caldos prontos, ketchup, mostarda, sopas e macarrões instantâneos, embutidos, misturas para preparo de alimentos, enlatados, sucos instantâneos…uma infinidade!

A oferta desses alimentos cheios de sabor e praticidade cresceu, e você, consumidor fadado à correria do dia-a-dia, acaba trocando os alimentos de verdade e ricos em nutrientes pelos produtos alimentícios ricos em aditivos químicos.

A adição desses químicos tem como princípio a redução do custo, a higienização, a maior durabilidade do produto e a satisfação do paladar, porém esse processamento provoca mudanças significativas na estrutura química do alimento e muitos nutrientes são perdidos.

Os aditivos químicos devem ser descritos no rótulo do produto como ingredientes. Esta descrição pode ser por extenso (agente de massa, antiespumante, antiumectante, antioxidante, corante, conservador, edulcorante, espessantes, geleificante, estabilizante, aromatizante, umectante, regulador de acidez,  acidulante, emulsionante/emulsificante, melhorador de farinha, realçador de sabor,  fermento químico, glaceante, agente de firmeza, sequestrante, estabilizante de cor, espumante) ou ser representado por numeração de acordo com o Sistema Internacional de Numeração de Aditivos Alimentares (INS).

Exemplo de ingredinetes descritos por extenso e pelo INS.
Fonte: Macarrão Liggero Adria®.

Para garantir a segurança dos consumidores, o Comitê de Especialistas em Aditivos Alimentares (JECFA – The Joint FAO/WHO Expert Committee on Food Additives) avalia o risco associado ao consumo de aditivos alimentares, contaminantes, toxinas de ocorrência natural e resíduos de medicamentos veterinários em alimentos e estabelece a Ingestão Diária Aceitável (IDA).

Alguns dos possíveis efeitos adversos relacionados ao consumo de aditivos químicos são:

  • Alergias: rinite, asma, urticária e angioedema;
  • Distúrbios de comportamento: irritabilidade, depressão, hiperatividade e transtorno de déficit de atenção;
  • Disfunção da tireóide: redução do metabolismo e ganho de peso;
  • Inflamação do tecido adiposo: celulite;
  • Produção aumentada de radicais livres: aumento do risco para doenças crônicas não transmissíveis como câncer.

O JECFA também recomenda que não sejam utilizados aditivos em alimentos para crianças menores de um ano, pois devido ao tamanho e imaturidade do organismo, elas seriam mais suscetíveis a esses efeitos adversos.

Já existem diversas marcas de alimentos sem aditivos químicos, como: Vitao®, Jasmine®, Tiaraju®, Mãe Terra®, Prima Horta®, Nutrigold®, Tivva®, Gran Amici®, Okoshi®, Via Pax®, Comarroz®, Monama®, Do Bem®, Queropoc®, Juxx®, entre outras que você mesmo pode encontrar ao analisar o rótulo.

Portanto, da próxima vez que for ao supermercado prefira os alimentos naturais e produtos sem aditivos.

“A informação acima não substitui recomendações nutricionais efetuadas por profissional capacitado. Consulte sempre seu nutricionista.”

 

Referências:

Portaria nº 540 – SVS/MS, de 27 de outubro de 1997 (DOU. DE 28/10/97)

ANVISA. Legislação: Aditivos alimentares e coadjuvantes de tecnologia.

CLASS NAMES AND THE INTERNATIONAL NUMBERING SYSTEM FOR FOOD ADDITIVES. CAC/GL 36-1989.

Clinical Nutrition. A functional approach. IFM, 2004.

Benac, N. US panel rejects calls for warning labels on link between food dyes and hyperactivity. CMAJ; 183(9):E533-4, 2011.

KLEINMAN RE; BROWN RT; CUTTER GR; el al. A research model for investigating the effects of artificial food colorings on children with ADHD. Pediatrics; 127(6):e1575-84, 2011.

POLÔNIO, MLT; PERES, F. Consumo de aditivos alimentares e efeitos à saúde: desafios para a saúde pública brasileira. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 25(8):1653-1666, ago, 2009.

CARVALHO, G; MARQUES, NCFR. Detoxificação e Biotransformação Hepática. in: PASCHOAL, V; NAVES, A; FONSECA, ABBL. Nutrição Clínica Funcional: dos Princípios à Prática Clínica.

COURY, ST; SILVA, DL; AZEVEDO, E. Aplicação dos Conceitos de Qualidade e Segurança dos Alimentos. in: SILVA, SMCS; MURA, JDP. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia. São Paulo: Roca, 2007.