Minha história com a Nutrição começou tentando controlar meu corpo

Hoje, quando alguém me pergunta por que escolhi a Nutrição, a resposta mais fácil seria dizer que sempre gostei de alimentação, que queria ajudar as pessoas ou que me interessava por saúde. Mas não, minha história com a Nutrição começou tentando controlar meu corpo.

Pode parecer estranho ouvir isso de uma nutricionista que, atualmente, trabalha justamente com mulheres que desejam construir uma relação mais tranquila com a comida e com o próprio corpo. Mas quando entrei na faculdade, em 2006, eu acreditava que precisava aprender a controlar o meu peso. E imaginava que a Nutrição finalmente me daria as respostas que eu estava procurando.

Eu já era magra. Mas, comparada a elas, não.”

Se você viveu os anos 2000, provavelmente se lembra de como eram as capas das revistas naquela época. Mulheres muito magras eram apresentadas como referência de beleza. Dietas e emagrecimento apareciam o tempo todo. Corpos eram comparados, classificados e avaliados. Eu também fazia essas comparações. Eu me lembro de Gisele Bündchen e Sandy serem referências de corpo para mim. Eu já era magra, mas comparada a elas, não.

E, quando você aprende desde cedo a olhar para o próprio corpo dessa maneira, ser magra pode deixar de parecer suficiente. Sempre existe alguma coisa para melhorar. Alguma coisa para controlar. Alguma coisa que ainda não está exatamente como deveria estar. Foi nesse contexto que comecei a acreditar que precisava entender melhor sobre alimentação para, finalmente, conseguir controlar o meu corpo.

“Eu achei que o conhecimento resolveria”

Eu acreditava que, aprendendo o suficiente sobre alimentação, descobriria a maneira certa de controlar meu peso. Então, durante a faculdade, eu aprendi a calcular necessidades energéticas, distribuir macronutrientes e micronutrientes, elaborar cardápios e calcular calorias. Aprendi a prescrever dietas. Eu sabia fazer tudo isso. Mas havia uma coisa que eu não conseguia fazer: seguir o que eu mesma prescrevia. E isso era muito difícil de compreender. Afinal, se eu sabia o que deveria comer, por que não conseguia simplesmente fazer?

Naquela época, era fácil concluir que o problema estava em mim. Talvez me faltasse disciplina. Talvez me faltasse força de vontade. Talvez eu ainda não soubesse o suficiente. Então eu continuava buscando conhecimento.

Só que aconteceu uma coisa que, olhando hoje, parece bastante significativa: quanto mais eu tentava controlar a comida, mais difícil ela ficava de controlar. E aquilo que eu entendia como “descontrole” não estava desaparecendo. Estava ocupando cada vez mais espaço.

“Quando a comida começou a ocupar espaço demais”

A comida foi deixando de ser apenas comida, uma parte da minha vida e começou a ocupar toda a minha cabeça. Eu pensava no que iria comer, quando iria comer, no que poderia ou não poderia comer. E, quando não estava estudando, muitas vezes estava planejando a próxima refeição.

Hoje consigo olhar para aquela fase e perceber algo que, naquele momento, eu não conseguia enxergar: o problema não era simplesmente falta de conhecimento sobre alimentação. Eu sabia bastante sobre comida. O que eu não entendia era por que precisava controlar tanto o que comia. Essa é uma diferença enorme. Porque, quando acreditamos que o problema é não saber o suficiente, a solução parece óbvia: precisamos aprender mais uma coisa, encontrar a dieta certa, descobrir a estratégia que finalmente vai funcionar. E eu passei bastante tempo procurando essa resposta.

“A resposta não veio de uma hora para outra”

A minha relação com a comida não mudou de uma hora para outra. Foi um processo. Vieram o estudo sobre comportamento, a terapia, novas experiências e, principalmente, novas formas de compreender a alimentação, o corpo e a mim mesma.

Ao longo dos anos, fui conhecendo abordagens que ampliaram a maneira como eu entendia a Nutrição. Passei a questionar aquilo que antes parecia tão óbvio: a ideia de que comer bem significava controlar melhor, que o peso precisava estar sempre sob vigilância e que saber o que fazer deveria ser suficiente para conseguir fazer. Foi também nesse processo que conheci a Nutrição Comportamental e, posteriormente, os princípios do Comer Intuitivo. E comecei a perceber que uma relação difícil com a comida não se resolve simplesmente com mais regras. Aliás, em alguns casos, mais controle pode ser justamente parte do problema. Essa descoberta transformou a minha própria relação com a comida. E transformou também a profissional que eu me tornei.

“Hoje, a pergunta é outra”

Durante muito tempo, eu quis aprender como controlar melhor o meu corpo e a minha alimentação. Hoje, meu trabalho parte de uma pergunta muito diferente: O que fez a comida precisar ser tão controlada em primeiro lugar?

Essa mudança de pergunta pode parecer pequena, mas não é. Porque ela muda o lugar de onde começamos a olhar para o problema. Em vez de perguntar apenas “como faço para me controlar?”, começamos a olhar para a história daquela pessoa. Para as regras que ela aprendeu, o medo de engordar, a culpa, a comparação, a pressão social, as emoções e a relação com o próprio corpo. Ou seja, para tudo aquilo que fez com que comer deixasse de ser apenas comer.

E foi justamente por ter vivido, na própria pele, uma relação tão difícil com a comida que hoje eu sei que conhecimento nutricional, sozinho, não é suficiente para construir uma relação tranquila com ela. Eu sabia calcular uma dieta. Mas não conseguia seguir a que eu mesma fazia. E foi preciso muito mais do que aprender a comer “corretamente” para que eu pudesse, de fato, fazer as pazes com a comida.

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Carta Aberta à Compulsão Alimentar

Compartilho esta carta na esperança de que, ao lê-la, você tome a decisão crucial de enfrentar e tratar a compulsão alimentar. É hora de seguir em frente, buscar ajuda profissional e dedicar-se ao cuidado pessoal. Aprender a fazer uso da comida não mais como uma fuga, mas sim uma fonte de nutrição e prazer. Eu desejo que, ao absorver estas palavras, você encontre (ou comece a encontrar) a força necessária para reconstruir o seu relacionamento com a comida.

“Querida” Compulsão Alimentar,

Hoje, escrevo esta carta para me despedir de você, compulsão alimentar, que foi uma presença constante em minha vida por tanto tempo (qualquer tempo com você é tempo demais).

Chegou o momento de seguir em frente, de me desapegar de você, sair desse ciclo vicioso e aprender a viver sem seu falso conforto e efeito anestésico momentâneo. Quero construir o meu caminho de paz, com a comida, com meu corpo e com minha saúde física e mental, abrindo assim espaço para viver a vida com presença e não apenas sobreviver, como tem sido sempre que recorro a você.

A sensação de estar no fundo do poço e sem esperança é horrível, e é horrível também saber que nem você pode ser útil mais. Compulsão alimentar, para mim, não está fazendo mais sentido usar a comida dessa forma! Sim, admito que você teve algumas funções em minha vida. Foi minha companhia, meu escudo, minha distração, minha anestesia. Você preenchia, de forma desajeitada, o vazio que eu não queria ver, nem lidar. Enfim, você foi meu conforto no meio do caos.

No entanto, com o passar do tempo, fui me dando conta do quanto você tem ganhado forças (e eu perdido as minhas), apesar de minhas tentativas de tentar me alimentar melhor, para conseguir me livrar do peso a mais que tenho acumulado em meu corpo desde que você chegou. Tenho vergonha de mim, do meu corpo, do ponto em que cheguei. Tento me privar de certos alimentos, mas quando vejo comi quaisquer outros. O descontrole chegou a tal ponto que basta ser comestível; não precisa nem estar “pronto”.

Já comecei inúmeros tratamentos para emagrecimento e tentei continuar sozinha quando percebia que emagrecia, mas depois de um tempo (após um mês, uma semana ou no final de quase todos os dias), você sempre voltava. Foi então que me dei conta de que não é uma questão de tratar o “peso”, e que na verdade preciso de ajuda para tratar você (compulsão alimentar).

Eu entendo que a jornada para te superar não será fácil, mas continuar do jeito que está é ainda pior. Vou encontrar desafios, recaídas e momentos de fraqueza, mas estou comprometida a olhar para eles, aprender (com eles) e seguir em frente, pois é assim que se constrói novos caminhos.

Decidi buscar ajuda profissional e ter um sistema de apoio forte ao meu redor, enquanto eu ainda não tenho essa força toda. Preciso aprender a reconhecer e lidar com minhas emoções de outras maneiras, em vez de recorrer a comida. Também preciso aprender a me alimentar melhor, a ter bom senso com as informações sobre alimentação saudável, receber orientações específicas para mim, restabelecer a confiança em meu corpo para aprender a responder aos sinais dele, para que eu consiga comer melhor e ter um bom relacionamento com a comida e com meu corpo.

A partir de agora, vou me dedicar a cuidar de mim de maneira completa com autocompaixão e autocuidado. Conforme eu for me reencontrando, você ficará cada vez mais fraca até sobrar apenas uma vaga lembrança. Esta carta marca o fim de nossa relação tóxica e o início de uma nova jornada em busca de bem-estar e autoconhecimento.

Adeus, compulsão alimentar.

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O que é Nutrição Comportamental?

A ciência da nutrição tem suas raízes na biologia e se dedica ao estudo do funcionamento do corpo humano (fisiologia) e como os alimentos podem ajudar a tratar desequilíbrios nutricionais em diferentes fases da vida, com o objetivo de tratar e prevenir doenças.

A nutrição tradicional geralmente consiste em prescrever cardápios para corrigir deficiências ou excessos de nutrientes, controlar a glicemia e tratar doenças relacionadas. No entanto, muitas pessoas enfrentam dificuldades em aplicar teorias de cardápio à prática do seu cotidiano, resultando em insatisfação e falta de resultados a longo prazo. É aí que a nutrição comportamental entra em cena.

A abordagem comportamental da nutrição não se limita aos aspectos biológicos da relação entre seres humanos e alimentos, mas considera também os aspectos psicológicos, sociais e culturais que influenciam a alimentação. O nutricionista comportamental entende que, a longo prazo, não é suficiente dizer ao paciente o que ele deve ou não deve comer, mas sim trabalhar a relação da pessoa com a comida, visando a mudança de hábitos alimentares por meio de ferramentas diversas, como diários de auto-observação, metas de comportamento alimentar e, em alguns casos, cardápios com opções variadas de refeições com o objetivo de melhorar a organização da rotina alimentar e ter uma visão mais ampla e clara da própria estrutura da alimentação sem estimular restrições alimentares.

A mudança de hábitos alimentares é a chave para o sucesso do tratamento e prevenção de doenças relacionadas à nutrição, bem como no tratamento de pessoas com comportamentos alimentares disfuncionais, como a compulsão alimentar, a restrição alimentar excessiva e a culpa em relação à comida. A nutrição comportamental é uma abordagem completa e humanizada, que tem como objetivo ajudar as pessoas a construírem uma relação mais saudável, prazerosa e sustentável com a alimentação.

Se você tem alguma preocupação em relação à sua alimentação, ou sabe o que fazer, mas não consegue colocar em prática ou manter por muito tempo, considere buscar o acompanhamento de um nutricionista comportamental para ajudá-lo nessa jornada. Invista em sua saúde e qualidade de vida, e transforme sua relação com a comida em uma fonte de prazer e bem-estar.

Nutricionista Comportamental Giseli Reis | CRN3 29082

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Fonte: Alvarenga, Marle; Figueiredo, Manoela; Timerman, Fernanda; Cynthia, Antonaccio (orgs.). Nutrição Comportamental. 2. ed. Barueri: Editora Manole, 2019.

Quero emagrecer, por onde começo?

Você não precisa começar uma dieta hoje! Ao invés de restringir e mudar o que você come radicalmente, comece observando os seguintes aspectos:

Antes de comer:
Quais são os seus pensamentos?
O que você sente fisicamente no seu corpo?
Como está a sua disposição, sua concentração e seu humor?

Enquanto estiver comendo preocupe-se apenas em comer. Curta esse momento, você está nutrindo o seu corpo e isso é necessário. Permita-se sentir prazer com o que você está comendo, não dê lugar para a culpa.

Na “metade do prato” avalie quanto ainda parece ser necessário comer para que você se senta bem e saciado, sem ter mais os sinais de fome que você reconheceu antes de começar a comer.

Se sobrar e puder, guarde. Se sobrar e não tiver como guardar, lembre-se de que você superestimou sua fome e na próxima refeição pode pensar em pegar uma porção menor. E se pegou menos do que a fome pede, pegue mais. Não saia da mesa com fome e nem empanturrado.

Faça isso sempre que puder e comece a cultivar uma melhor relação com sua alimentação.

Beijos da Nutri | Giseli Reis CRN3 29082

nutricionista “sem dieta”!

É óbvio que todos nós associamos o nutricionista à dieta. E está certíssimo! Prescrição de dieta é atribuição privativa do nutricionista e está nos termos da Lei nº 8.234, de 17 de setembro de 1991. Sendo está de atribuição privativa, significa que somente o nutricionista tem a prerrogativa e o conhecimento fundamental de fazê-la, excluindo-se quaisquer outros profissionais: coach, profissional da educação física, personal trainer, médico (Nutrólogo é médico – muita gente acha ser sinônimo de Nutricionista).

Próximo ponto é entender que a origem da palavra dieta vem do grego díaita e significa modo de viver. Mas com o tempo outros significados foram sendo atribuídos, como:

  • Quando diz respeito a alimentação habitual de (alimentos sólidos e líquidos) que uma pessoa ingere;
  • A indicação que o médico faz de que tipo de alimentação o doente ou convalescente (geralmente em ambiente hospitalar) está apto a receber: dieta enteral, parenteral, via oral – líquida, pastosa, geral, etc;
  • Referente a abstenção de certos alimentos para fins terapêuticos: por exemplo no tratamento da doença celíaca (condição autoimune) tem que haver a exclusão de alimentos que contenham glúten para que a doença não progrida;
  • Quando, na nutrição, faz-se referência a predominância de determinado tipo de alimento: dieta vegetariana, dieta ovo-lacto-vegetariana, dieta vegetariana estrita, etc;
  • Quando diz respeito ao tipo de alimentação ou preceitos alimentares característicos de certas populações, seja por motivos regionais, culturais, religiosos, etc.

E o “sem dieta” referido no título deste post chama atenção para a abordagem utilizada em minhas consultas também chamada “nutrição comportamental” ou “não prescritiva”. Que propõe trabalhar a alimentação do paciente de forma mais abrangente e humanizada, considerando não somente os aspectos biológicos, mas também os aspectos psicológicos, sociais e culturais que influenciam nossas escolhas alimentares. Se opondo desse modo ao que a palavra “dieta” costuma remeter: uma alimentação restrita a poucas opções e geralmente feita por um período para um emagrecimento que em 95% dos casos não se sustenta.

No acompanhamento nutricional sem dieta não há autoritarismo na relação nutricionista-paciente, e isso faz total diferença no protagonismo do paciente na construção de seus novos hábitos. O paciente participa de fato tomando decisões com o apoio do nutricionista, sem temer ser julgado, muito pelo contrário, está constantemente sendo ouvido e atendido.

Pode-se fazer uso de um plano alimentar, mas ele é apenas um dos recursos possíveis de serem usados ao longo do acompanhamento nutricional. E usando ou não um plano alimentar, a relação com a alimentação e com o corpo será sempre tratada sem mentalidade de dieta e fazendo uso de diário de auto observação, dinâmicas, atividades, etc.

Também não haverá restrições alimentares injustificadas. Emagrecimento não é justificativa para não comer alimentos com glúten, lactose, carboidrato, açúcar gordura, etc. Quando houver condição clínica que justifique restrição alimentar, essa será respeitada e trabalhada de maneira gentil (não traumática), muito provavelmente com uso de plano alimentar para trabalhar substituições e combinações, o que ajuda a aumentar a variedade de escolhas alimentares, para não comprometer nem a saúde, nem o relacionamento do paciente com a comida.

E ao parar de “fazer dieta”, dia após dia o paciente consegue trazer o foco, força e fé o olhar, o interesse e a motivação para a mudança dos hábitos. Dia após dia, vai resgatando a conexão com o próprio corpo, que as “dietas” roubaram, vai aprendendo a identificar e lidar com os gatilhos que o fazem comer mesmo sem fome. E dessa forma quebra o ciclo vicioso das dietas, do descontrole, do efeito sanfona. E passa a se alimentar “apenas” confiando nos sinais do próprio corpo, aproveitando cada momento da sua vida, com muita saúde, em paz com seu corpo e com a comida!

Já pensou em melhorar a sua relação com a comida e com o corpo, sem dieta? Comenta aqui.

Beijos da Nutri Giseli Reis | CRN3 29082

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Porque você deveria evitar grelhado com salada no jantar

Essa costuma ser uma das primeiras mudanças feitas na alimentação de quem quer ser mais saudável:

Comer grelhado com salada no jantar!

Mas isso pode acabar atrapalhando um dos outros pilares fundamentais para melhora da qualidade de vida…o sono reparador.

1º PORQUÊ:

Uma refeição com grande quantidade de proteína animal acaba sendo rica em aminoácidos que atrapalham o bom aproveitamento de triptofano (outro aminoácido). Em consequência disso não conseguimos produzir quantidade suficiente nem de serotonina, nem de melatonina (hormônio do sono).

2º PORQUÊ:

O triptofano que acabei de mencionar anteriormente é encontrado em maior concentração nos cereais integrais e leguminosas, por exemplo: arroz integral, aveia, quinoa, derivados de trigo integral (pães, massas) e feijões, grão de bico, lentilha, ervilha.

3º PORQUÊ:

Salada contém muitas hortaliças cruas, que para algumas pessoas é indigesto, provocando desconforto gástrico. O aquecimento (cozinhar, grelhar, assar) reduz a concentração de fibras e tende a melhorar a digestão. E sem azia, refluxo e barriga estufada, dorme-se melhor!

4º PORQUÊ:

E a salada crua geralmente não é a única culpada pela má digestão. As proteínas animais (carnes, ovos, lácteos) demandam bastante do nosso sistema digestivo, podendo até causar sonolência num primeiro momento, porém sem qualidade (vide “1º Porquê”).

Baixe aqui (gratuitamente) o e-book com receitas de jantares restauradores, nutritivos, práticos e cheios de sabor!

Aproveite e compartilhe esse post com quem também merece ter boas noites de sono!

Beijos da Nutri 💜

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O que tem de bom na maçã e na banana?⁣

Quer versatilidade, praticidade, gostosura e nutrição? Nelas você encontra! 👇👇👇 Dá uma olhada aqui.⁣

🍌 Da banana a gente pode ter uma massa base de bolo, ela faz a vez do ovo, além de adoçar, também combina super na farofa salgada, na forma de purê, grelhada com um queijo coalho, no prato com arroz e feijão, congela já descascada e depois bate até virar creme e tá feito um sorvete, além de saciar aquela fominha que pode surgir a tarde ou até mesmo para dar energia para um treino/ exercício de até 60 minutos.⁣

🔸 E como vocês adoram saber dos benefícios, a banana tem ação antioxidante, antiinflamatória, antidiarréica, antidislipidémico, calmante e imunoestimulante. ⁣

📆 Apesar de termos bananas o ano todo, a época vai de agosto a dezembro.⁣

🍎 E a maçã não perde em nada para a banana podendo também servir de substituto do ovo (quando na forma de purê) em receitas de bolo, para adoçar bebidas e geleias, no meio de uma saladona colorida, no frango ao curry, como acompanhamento de carne suína, e vai bem quando ainda falta uma horinha pro almoço ou jantar ficar pronto e a fome já está ficando gigante. ⁣

🔸 A maçã tem ação antioxidante, digestiva, calmante, vermífuga, diurética, antiinflamatória, anticarcinogênica e laxativa. E quando SEM a casca torna-se obstipante (prende o intestino). ⁣

📆 Também temos maçãs o ano todo, mas a época vai de agosto a maio.

Minhas preferidas são a 🍌banana prata e a 🍏maçã verde. Como a banana antes da corrida de manhã e a maçã verde no frango ao curry. Agora me conta de você? ⁣

Também compartilha se você gostou e foi útil! 😉⁣

Beijos da Nutri 💜

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As 3 possíveis soluções para o seu “vício” por doces!⁣

Quando a gente investiga e age na causa, fica muito mais fácil não cair de cara no açúcar. Então vamos lá:⁣⁣
⁣⁣
1️⃣ Corrigir carências de nutrientes aumentando a variedade do que você come, priorizando cores variadas de alimentos com o mínimo possível de alimentos industrializados. ⁣

Mas se você já faz isso, então está faltando rastrear sinais, sintomas e exames bioquímicos com acompanhamento Nutricional para fazer a reposição necessária. Estou aqui pra isso! 😉⁣⁣
⁣⁣
2️⃣ Quanto mais doce a gente come, mais doce queremos! Parece que o paladar vai ficando “viciado”, não é? ⁣

O jeito é reduzir gradualmente o açúcar adicionado, e se permitir saborear também o amargo e o ácido. Ex: retirar o açúcar do café e insistir até se acostumar. ⁣⁣
⁣⁣
Outros alimentos amargos são: chás verde, preto e mate, além de agrião, rúcula, almeirão, escarola, jiló, etc. ⁣⁣
⁣⁣
E dentre os ácidos estão o limão, laranja, abacaxi, ameixa fresca, etc. ⁣⁣
⁣⁣
As células da língua, onde sentimos os sabores, se renovam em poucos dias então confie você irá se adaptar.⁣⁣
⁣⁣
Não vale trocar o açúcar por adoçante, porque o sabor continua sendo doce!⁣⁣
⁣⁣
3️⃣ E não dá para ignorar que um docinho às vezes serve como carinho, agrado, distração. Ou seja, supre uma carência emocional. Se isso acontece as vezes, ok! ⁣

Mas se todos os dias o motivo de você comer o docinho sempre no mesmo horário (ou “o tempo todo”) for esse, é preciso tratar essa emoção de outra forma.⁣⁣
⁣⁣
Te ajudei com esse post? Então aproveita e compartilha com alguém que também pode se beneficiar! 💜⁣⁣
⁣⁣
Beijos da Nutri 😘

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